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| | Obras
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São mais de quatrocentos textos, escritos de forma ágil, com inúmeras
citações dos Padres da Igreja, dos santos e de autores espirituais clássicos e
moderrnos, que seguem o ano litúrgico, comentando as passagens evangélicas
correspondentes à Missa do dia. Esta obra ensina a fazer oração diariamente,
para se crescer em serenidade, para se rejuvenescer por dentro e enxergar de
forma clara a solução dos problemas da vida.
Dizia Santa Teresa de Jesus que, sempre que queria fazer oração, tomava nas
mãos um livro e “com ele, começava a recolher os pensamentos dispersos e, como
por afagos, recolhia o espírito. Acontecia freqüentemente que só com ter o livro
à mão, não era, preciso mais. Algumas vezes lia pouco, outras muito, conforme a
mercê que o Senhor me fazia” (Vida, IV, 9). E o Bem-aventurado Escrivá
aconselhava: “A tua oração deve ser litúrgica” (Caminho, n. 86). Desse modo,
surge essa coleção que nos ajuda a fazer nossa a oração da Igreja. FALAR COM
DEUS oferece um apoio valioso para a reflexão e o colóquio com Deus na oração
mental. Cada um dos sete volumes contém meditações baseadas nas leituras
litúrgicas da Missa de cada dia, a abordam uma ampla variedade de temas,
tratados sob o ângulo da vida diária do cristão, das suas circunstâncias e das
suas responsabilidades: trabalho, fortaleza, alegria, esperança, pureza de
coração, fidelidade, deveres de justiça, caridade e fraternidade, virtudes
humanas, etc. OS TEXTOS referentes aos domingos do Tempo Comum abrangem uma
meditação para cada ciclo litúrgico (A, B e C). I. Advento. Natal. Epifania. II.
Quaresma. Semana Santa. Páscoa. III. Tempo Comum (1). Semanas I-XII. IV. Tempo
Comum (2). Semanas XIII-XXIII. V. Tempo Comum (3). Semanas XXIV-XXXIV. VI.
Festas Litúrgicas e Santos (1). VII. Festas Litúrgicas e Santos (2). Índices.
12,5 x 20 cm, Brochura.
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Quarenta meditações que se destinam a ajudar-nos a contemplar a Santíssima
Humanidade de Cristo na sua Paixão, sim, e também na Ressurreição que se lhe
segue.Aprenderemos através delas a pôr o coração no Senhor, a tê-lo
verdadeiramente como um Amigo que não hesitou em dar a própria vida por nós.
Quarenta meditações que se destinam a ajudar-nos a contemplar a Santíssima
Humanidade de Cristo na sua Paixão, sim, e também na Ressurreição que se lhe
segue. Aprenderemos através delas a pôr o coração no Senhor, a tê-lo
verdadeiramente como um Amigo que não hesitou em dar a própria vida por nós.
“Olha como estaria aquele divino rosto: inchado com os bofetões, atormentado
pelas cusparadas...” Olhamos para Jesus... Olhamos para Jesus, e Ele nos olha.
Como havemos de ser capazes de tornar a ofendê-lo, daqui por diante, se os
nossos pecados foram a causa dessa dor e dessas humilhações? Como havemos de
negar-Lhe o que quer que nos peça, se tudo o que sofreu, o sofreu por cada um de
nós?
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Ninguém é bom juiz em causa própria”, diz a sabedoria popular, e esse
provérbio é mais verdadeiro ainda quando se trata de julgar sobre o que
precisamos fazer para chegar ao céu. Compreendemos assim a necessidade de pedir
conselho, através dessa prática cristã que é a orientação ou direção espiritual.
Francisco Fernández-Carvajal, autor da conhecida coleção Falar com Deus,
caracteriza-se por escrever com um estilo límpido e transparente, simples e
acessível. Nesta obra, recorda-nos uma verdade cuja urgência já experimentamos
na própria carne: necessitamos de alguém que, “de fora”, observe o jogo da nossa
vida e saiba fortalecer-nos quando estamos a ponto de desanimar, levar-nos a
refazer os raciocínios quando íamos agir com precipitação, ajudar-nos a superar
a mediocridade em que sempre corremos o risco de atolar-nos. Se isso é verdade
no plano das decisões cotidianas, quanto mais o é no plano da vida cristã, em
que se trata não apenas de evitar os grandes pecados, mas de aperfeiçoar cada
vez mais a nossa conduta, em cumprimento daquele mandato de Cristo: Sede
perfeitos como meu Pai celestial é perfeito (São Josemaría Escrivá, "Caminho",
291). A prática da direção espiritual, de longa tradição na Igreja, é
precisamente o meio que o próprio Deus prevê para nos fazer chegar a ajuda e a
orientação do Espírito Santo. Como não buscar um bom guia ou orientador
espiritual e, se já o temos, como não fazer o esforço de tirar cada vez mais o
fruto das nossas conversas com ele?
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